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RESUMO
As plantas daninhas
interferem nos gramados, prejudicando a sua formação, qualidade e
estética. O carrapicho-beiço-de-boi (Desmodium incanum) e a zórnia
(Zornia latifolia), quando não controlados, podem atingir níveis de
infestação que chegam a dizimar o gramado. Dentre as diversas técnicas de
manejo de plantas daninhas em gramados, destaca-se o emprego de
herbicidas; todavia, as informações sobre a utilização desses produtos em
gramados são escassas. O objetivo deste trabalho foi avaliar a eficiência
do herbicida triclopyr no controle de Desmodium incanum e Zornia
latifolia, infestantes da grama-batatais (Paspalum notatum). O
trabalho foi desenvolvido em gramado estabelecido no campus da
Universidade Federal de Viçosa, em Viçosa-MG, entre os meses de abril e
maio de 2000. Os tratamentos avaliados foram seis doses do triclopyr
(0,00; 0,24; 0,48; 0,72; 0,96; e 1,20 kg ha-1) e uma dose do
2,4-D + picloram (0,48 + 0,128 kg ha-1), dispostos em
delineamento experimental com blocos ao acaso e quatro repetições. O
tamanho de cada parcela foi de 12 m² (4,0 x 3,0 m), sendo os tratamentos
aplicados em uma faixa de 2,0 m de largura, ficando 1,0 m como testemunha
lateral, para auxiliar nas avaliações visuais. Foram realizadas avaliações
de fitotoxicidade aos 10 e 20 DAT (Dias Após o Tratamento) e nível de
controle aos 15 e 30 DAT, ambos com base na testemunha lateral. Em nenhum
dos tratamentos avaliados verificaram-se danos na qualidade do gramado. A
partir das doses de 0,48 e 0,66 kg ha-1 de triclopyr foram
obtidos controles iguais ou superiores a 90% de Desmodium incanum e
Zornia latifolia, respectivamente. Esses resultados foram
semelhantes ao do tratamento-padrão (2,4D + picloram a 0,48 + 0,128 kg ha-1).
Concluiu-se que o triclopyr mostrou-se seletivo para grama-batatais,
proporcionando excelente controle das plantas daninhas acima mencionadas.
Palavras-chave:
Desmodium incanum, Zornia latifolia, Paspalum notatum,
2,4-D, picloram.
INTRODUÇÃO
As plantas daninhas
interferem de várias formas nos gramados: prejudicam a sua formação,
condução e estética e concorrem por água, luz, nutrientes e espaço físico,
chegando em muitos casos a dizimá-los por completo. A introdução das
plantas daninhas ocorre, na maioria das vezes, no ato da implantação do
gramado, principalmente naqueles constituídos pela grama-batatais (Paspalum
notatum), espécie predominante na região centro-sul do Brasil (Demattê,
1983), cuja propagação é feita de forma assexuada por meio de mudas
normalmente originárias de áreas de pastagens, comumente infestadas por
diversas espécies de plantas daninhas. Também, a infestação pode ser
favorecida pela degradação do gramado, em função da compactação do solo e
de cortes sucessivos, com a retirada da grama aparada sem a devida
reposição dos nutrientes.
A grama-batatais é uma
planta com mecanismo fotossintético do tipo C4, que requer
altas taxas de luminosidade e temperaturas elevadas para o seu pleno
desenvolvimento. Em épocas do ano com temperaturas mais amenas e menores
taxas de luminosidade, tem o desenvolvimento reduzido, o que acarreta
maior competição das plantas do tipo C3, que se desenvolvem bem
nessas condições, necessitando de intervenção no sentido de reduzir a
interferência. Dentre as plantas daninhas infestantes destacam-se o
carrapicho-beiço-de-boi (Desmodium incanum) e a zórnia (Zornia
latifolia), que, de acordo com Kissmann (1997) e Lorenzi & Souza
(2000), têm sido freqüentes em gramados formados pela grama-batatais.
De acordo com Lorenzi &
Souza (2000), a espécie Desmodium incanum possui os seguintes nomes
comuns: carrapicho-beiço-de-boi, pega-pega, amores-do-campo, baba-de-boi,
marmelada-de-cavalo, amores-de-vaqueiro, carrapicho, agarra-agarra e
mata-pasto. É uma planta perene, herbácea, prostrada ou ascendente, de
caule pubescente, com 30-60 cm de comprimento e vagem aderente de 2 a 3 cm
de comprimento, que se propaga por sementes. É nativa da América tropical
e ocorre em quase todo o Brasil, sendo encontrada em gramados, beira de
estradas e culturas perenes, presente freqüente em gramados e pastagens
formados pela espécie Paspalum notatum.
A Zornia latifolia
é uma angiospermae da família leguminosae-papilionoideae popularmente
conhecida como urinária, erva-de-ovelha, alfafa-do-campo, carrapicho,
chapinha, ubiruana, urinana e zórnia. É uma planta perene, herbácea,
prostrada, ramificada, de ramos asparso-seríceos, de 30 a 60 cm de
comprimento e se propaga apenas por sementes. É nativa do Brasil e sua
ocorrência é muito freqüente em todas as regiões tropicais brasileiras,
podendo ser encontrada em gramados mal manejados, beira de carreadores e
terrenos baldios (Lorenzi & Souza, 2000).
Dentre os métodos de
controle de plantas daninhas, o mecânico por meio de roçadas e arranque
manual é o mais utilizado em gramados. Entretanto, espécies como
Desmodium incanum e Zornia latifolia adaptadas a cortes baixos
com alta capacidade de rebrota requerem roçadas freqüentes. O arranque em
áreas extensas, com alto nível de infestação, é inviável, por apresentar
custo elevado e pela dificuldade operacional. O controle químico por meio
de herbicidas é uma alternativa que facilita a manutenção dos gramados,
melhorando o seu aspecto e reduzindo os custos.
Segundo Christoffoleti
& Aranda (2001), o controle de plantas daninhas por meio de herbicidas
depende da seleção de produtos eficientes no controle, porém sem causar
injúria ao gramado. No entanto, pesquisas no Brasil sobre a seletividade
de herbicidas para gramados são ainda muito escassas.
Dentre os produtos com
elevado potencial de uso para gramados destaca-se o triclopyr (Mc Cartye
et al., 1996; Mislevy, et al., 1997). O éster butoxietílico do ácido
3,5,6-tricloro-2-piridiloxiacético (triclopyr) é um herbicida sistêmico
com absorção foliar e radicular. É utilizado para o controle de plantas
daninhas latifoliadas em pastagens e na cultura do arroz. Sua degradação
no solo é rápida, com meia-vida de 20 a 45 dias, dependendo do tipo de
solo e das condições climáticas. Em solos com pH mais baixo o seu grau de
adsorção é mais elevado e a mobilidade é menor. Sua degradação ocorre mais
rapidamente em condições de umidade e temperatura mais elevadas (Rodrigues
& Almeida, 1998).
O sal trietanolamina do
ácido 4-amino 3,5,6 tricloropicolínico (picloram) é um produto
extremamente ativo sobre dicotiledôneas, sendo utilizado em misturas com o
2,4-D para controlar plantas daninhas anuais, perenes, arbustos e árvores
em pastagens. É fracamente adsorvido pela argila e pela matéria orgânica.
Apresenta longa persistência e fácil mobilidade no solo, podendo se
acumular no lençol freático raso, em solos de textura arenosa (Silva et
al., 2001). Sua meia-vida no solo é de 90 dias, variando de 20 a 300 dias
(Rodrigues & Almeida, 1998).
De
acordo Mislevy et al.
(1997), as doses de triclopyr utilizadas no controle de
plantas daninhas em gramados têm variado de 0,56 a 1,12 kg ha-1.
A aplicação seqüencial de 0,56 + 0,56 kg ha-1 proporcionou,
segundo este autor, excelente controle de Solanum viarum sem efeito
fitotóxico ao gramado aos 30 dias após a aplicação, com resultados
similares aos da dose de 1,12 kg ha-1 aplicada de uma única
vez. O mesmo autor, em 1999, obteve 100% de controle de Solanum viarum
na dose única de 0,60 kg ha-1 de triclopyr.
Também, Mullahey et al.
(1993) verificaram que
o triclopyr a 1,12 kg ha-1 controlou 99% do Solanum viarum
em gramados com as espécies Paspalum notatum e Digitaria
decumbens pelo período de 90 dias após o tratamento, sem prejudicar a
qualidade. Resultados excelentes com este herbicida foram também
observados por Mc Cartye et al. (1996), os quais verificaram controle
satisfatório para a espécie Robus argutus em grama-batatais com
triclopyr a 0,56 kg ha-1 pelo período de 52 semanas após o
tratamento, com mínimos danos ao gramado.
Avaliando a eficiência
de diversos herbicidas no controle do Solanum viarum em
grama-batatais, Mullahey et al. (1993) e Akanda et al. (1997) consideraram
satisfatório o índice de controle superior a 90%.
Este trabalho teve como
objetivo avaliar a seletividade do herbicida triclopyr para gramabatatais
e sua eficácia no controle de Desmodium incanum e Zornia
latifolia.
MATERIAL E
MÉTODOS
O trabalho foi
desenvolvido no campus da Universidade Federal de Viçosa, em Viçosa-MG, no
período de abril a maio de 2000, em gramado estabelecido com a
grama-batatais (Paspalum notatum), infestado por Desmodium
incanum e Zornia latifolia.
O delineamento
experimental foi de blocos inteiramente casualizados, com quatro
repetições e sete tratamentos, sendo seis doses do triclopyr (0,00; 0,24;
0,48; 072; 0,96 e 1,20 kg ha-1) e um tratamento-padrão com o
2,4-D + picloram (0,48 + 0,128 kg ha-1). Os produtos comerciais
utilizados foram o Garlon (480 g L-1 de triclopyr) e o Tordon
(240 g L-1 de 2,4-D + 64 g L-1 de picloram).
A área total de cada
parcela foi de 12,0 m², com 4,0 m de comprimento por 3,0 m de largura. Os
tratamentos foram aplicados em uma faixa de 2,0 m de largura, ficando a
faixa de 1,0 m como testemunha lateral, para auxiliar nas avaliações
visuais. A bordadura da área aplicada da parcela foi de 0,50 m, resultando
em 3,0 m² de área útil.
Os tratamentos foram
aplicados por meio de pulverizador costal, munido com uma barra de quatro
bicos de jato plano (''leque'') 11002, espaçados entre si de 0,5 m, à
pressão constante (mantida pelo CO2 comprimido) de 2,1 kgf cm-2,
proporcionando um volume de calda de 200 L ha-1. Durante a
aplicação, as parcelas foram protegidas lateralmente com uma lona
plástica, para se evitar deriva da calda pulverizada para as parcelas
laterais.
A toxicidade no gramado
foi determinada aos 10 e 20 dias após o tratamento (DAT), por avaliação
visual, utilizando-se a escala de 0 a 100, sendo ''0'' ausência de
fitotoxicidade e ''100'' morte das plantas.
Os níveis de controle
das plantas infestantes para Desmodium incanum e Zornia
latifolia foram verificados aos 15 e 30 DAT, por meio de avaliação
visual em relação à testemunha lateral, utilizando-se a escala de 0 a 100,
sendo ''0'' ausência de controle e ''100'' controle total das plantas
daninhas.
Os dados referentes ao
nível de controle foram submetidos às análises de variância e as doses do
triclopyr foram também avaliadas por meio de análise de regressão, em que
foram testados os efeitos linear e quadrático da raiz quadrada do modelo
polinomial, ou seja, y= a+ bx0,5+cx, pelo teste F a 5% de
probabilidade. O modelo adotado foi devido à explicação biológica, à
significância do quadrado médio da regressão e aos coeficientes de
regressão.
Os dados referentes
à avaliação visual de toxidez no gramado estão apresentados na forma de
tabelas, não sendo analisados estatisticamente.
RESULTADOS E
DISCUSSÃO
Os resultados das
avaliações de toxidez dos tratamentos aos 10 e 20 DAT na grama-batatais
estão apresentados na Tabela 1. Observa-se que o
triclopyr nas doses de até 0,72 kg ha-1 não apresentou sintomas
visuais nas épocas avaliadas; entretanto, para os tratamentos com o
triclopyr nas doses de 0,96 e 1,20 kg ha-1 e para o 2,4-D +
picloram na dose de 480 + 128 g ha-1, verificou-se, aos 10 DAT,
toxicidade de até 10%, considerada leve. Aos 20 DAT não foi verificado
efeito fitotóxico dos tratamentos estudados. Estes resultados estão de
acordo com os encontrados por Mullahey et al. (1993) e Mislevy et al.
(1997), que não verificaram nenhum efeito fitotóxico no gramado quando se
aplicou triclopyr na dose de 1,12 kg ha-1.

O
tratamento-padrão (2,4-D + picloram a 0,48 + 0,128 kg ha-1)
proporcionou controles de 88% aos 15 DAT e 93% aos 30 DAT para
Desmodium incanum e de 84% aos 15 DAT e 90% aos 30 DAT para Zornia
latifolia, semelhante aos melhores controles obtidos pelo triclopyr.
Esses resultados, com níveis de controle iguais ou superiores a 90% aos 30
DAT, podem ser considerados satisfatórios, conforme trabalhos realizados
por Mullahey et al. (1993) e Akanda et al. (1997).
As
curvas-respostas para o controle do Desmodium incanum, aos 15 e 30
DAT, em função da dose do triclopyr, com as respectivas equações e R2,
estão apresentadas na Figura 1. O nível de controle
satisfatório (90%) aos 30 DAT, estimado segundo o modelo estatístico, foi
obtido a partir da dose de 0,48 kg ha-1.
RESULTADOS E
DISCUSSÃO
Os resultados das
avaliações de toxidez dos tratamentos aos 10 e 20 DAT na grama-batatais
estão apresentados na Tabela 1. Observa-se que o
triclopyr nas doses de até 0,72 kg ha-1 não apresentou sintomas
visuais nas épocas avaliadas; entretanto, para os tratamentos com o
triclopyr nas doses de 0,96 e 1,20 kg ha-1 e para o 2,4-D +
picloram na dose de 480 + 128 g ha-1, verificou-se, aos 10 DAT,
toxicidade de até 10%, considerada leve. Aos 20 DAT não foi verificado
efeito fitotóxico dos tratamentos estudados. Estes resultados estão de
acordo com os encontrados por Mullahey et al. (1993) e Mislevy et al.
(1997), que não verificaram nenhum efeito fitotóxico no gramado quando se
aplicou triclopyr na dose de 1,12 kg ha-1.

O
tratamento-padrão (2,4-D + picloram a 0,48 + 0,128 kg ha-1)
proporcionou controles de 88% aos 15 DAT e 93% aos 30 DAT para
Desmodium incanum e de 84% aos 15 DAT e 90% aos 30 DAT para Zornia
latifolia, semelhante aos melhores controles obtidos pelo triclopyr.
Esses resultados, com níveis de controle iguais ou superiores a 90% aos 30
DAT, podem ser considerados satisfatórios, conforme trabalhos realizados
por Mullahey et al. (1993) e Akanda et al. (1997).
As
curvas-respostas para o controle do Desmodium incanum, aos 15 e 30
DAT, em função da dose do triclopyr, com as respectivas equações e R2,
estão apresentadas na Figura 1. O nível de controle
satisfatório (90%) aos 30 DAT, estimado segundo o modelo estatístico, foi
obtido a partir da dose de 0,48 kg ha-1.
RESULTADOS E
DISCUSSÃO
Os resultados das
avaliações de toxidez dos tratamentos aos 10 e 20 DAT na grama-batatais
estão apresentados na Tabela 1. Observa-se que o
triclopyr nas doses de até 0,72 kg ha-1 não apresentou sintomas
visuais nas épocas avaliadas; entretanto, para os tratamentos com o
triclopyr nas doses de 0,96 e 1,20 kg ha-1 e para o 2,4-D +
picloram na dose de 480 + 128 g ha-1, verificou-se, aos 10 DAT,
toxicidade de até 10%, considerada leve. Aos 20 DAT não foi verificado
efeito fitotóxico dos tratamentos estudados. Estes resultados estão de
acordo com os encontrados por Mullahey et al. (1993) e Mislevy et al.
(1997), que não verificaram nenhum efeito fitotóxico no gramado quando se
aplicou triclopyr na dose de 1,12 kg ha-1.

O
tratamento-padrão (2,4-D + picloram a 0,48 + 0,128 kg ha-1)
proporcionou controles de 88% aos 15 DAT e 93% aos 30 DAT para
Desmodium incanum e de 84% aos 15 DAT e 90% aos 30 DAT para Zornia
latifolia, semelhante aos melhores controles obtidos pelo triclopyr.
Esses resultados, com níveis de controle iguais ou superiores a 90% aos 30
DAT, podem ser considerados satisfatórios, conforme trabalhos realizados
por Mullahey et al. (1993) e Akanda et al. (1997).
As
curvas-respostas para o controle do Desmodium incanum, aos 15 e 30
DAT, em função da dose do triclopyr, com as respectivas equações e R2,
estão apresentadas na Figura 1. O nível de controle
satisfatório (90%) aos 30 DAT, estimado segundo o modelo estatístico, foi
obtido a partir da dose de 0,48 kg ha-1.

A
Figura 2 mostra o controle da Zornia latifolia em função das
doses do triclopyr para as avaliações aos 15 e 30 DAT. Verifica-se
tolerância mais acentuada ao triclopyr, uma vez que o controle
satisfatório (90%), estimado pelo modelo estatístico, foi obtido a partir
de 0,66 kg ha-1. Constatou-se também, pelo maior distanciamento
das curvas de 15 e 30 DAT, na Figura 1, efeito mais
lento do herbicida, necessitando-se de mais tempo para ocorrer a morte das
plantas de Zornia latifolia em relação a Desmodium incanum.

Nenhuma referência
foi encontrada na literatura sobre o controle de Desmodium incanum
e de Zornia latifolia com o triclopyr. No entanto, bons resultados
foram obtidos a 0,60 kg ha-1 para a espécie Solanum viarum
(Mislevy et al., 1997) e a 0,56 kg ha-1 para Robus argutus
(McCartye et al., 1996).
A
Figura 3 contrasta a testemunha sem controle com o
tratamento triclopyr 0,72 kg ha-1 aos 30 DAT. Verifica-se, na
testemunha (Figura 3A), o gramado com alto nível de
infestação de Desmodium incanum e Zornia latifolia, e, para
o tratamento triclopyr a 0,72 kg ha-1 (Figura
3B), ausência de fitotoxicidade e eficiência no controle das plantas
daninhas.


Concluiu-se que o
triclopyr é um herbicida com potencial para controle de plantas daninhas
dicotiledôneas em gramados constituídos pela grama-batatais, uma vez que
nas doses de até 1,20 kg ha-1 não se verificaram danos visuais
na qualidade do gramado, e, a partir de 0,48 e 0,66 kg ha-1,
proporcionou controles iguais ou superiores a 90% de Desmodium incanum
e Zornia latifolia, respectivamente.
LITERATURA
CITADA
AKANDA R. U. et
al. Influence of postemergence herbicides on tropical soda apple (Solanum
viarum) and Bahiagrass (Paspalum notatum). Weed Technol.,
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