Temas transmitidos pela Rede BECE REBIA 
Terceiro Setor

Mark Weiser, o principal guru tecnológico da Xerox, tem uma tese interessante chamada de Ubiquitous Computing. De acordo com esta tese o número de computadores/usuário obedece uma certa ordem de crescimento. No início da computação tínhamos vários usuários dependendo de apenas um computador, os mainframes. Nos anos 80 entramos na era do PC (Personal Computer) isto é uma máquina para cada pessoa, e num futuro não muito distante teremos vários computadores para cada usuário. Ora, se o número de computadores vai aumentar gradativamente é coerente acreditarmos que os ambientes computacionais tornar-se-ão muito mais heterogêneos. Veja abaixo,artigos completos.


UM MUNDO SEM FIO

Ubiquitous Computing

Terceiro milênio, Terceira Revolução Industrial, Terceira Onda da Informática. O mundo está cada vez mais virtual. Reuniões em vídeo conferência, salas de chat, e-mails, serviços on-line, tudo dependendo de um clic.
Incongruência, anacronismo: quanto mais aumenta a população mundial e a velocidade de acesso às informações, mais aumenta o isolacionismo, a solidão, grupos de amigos cada vez mais restritos. A globalização está feudalizando as relações sociais, encastelando-as, restringindo-as ao grupo familiar ou de trabalho. Além de restritas, as relações sociais estão provisórias, momentâneas.
Estamos vivendo uma revolução. Tudo está mudando, e tão rapidamente, que corremos o risco de não acompanhar o novo modus vivendi. E é através da linguagem que se pode avaliar a inserção da Ubiquitous Computing nas nossas vidas, no nosso cotidiano.
Para se dar um "enter" virtual na sua vida, é necessário estar a par do mundo da "Informática": acessando um aplicativo, executando um programa em seu hardware, utilizando a "memória RAM", navegando, surfando.
Através de um "portal" ou de um "site", o mundo ficou pequeno. Através de um simples "comando", de um "clicar", abre-se um mundo cheio de "dados", às vezes só um "demo", outras "full".
Dependendo da sua "compatibilidade" com o mundo informatizado, "conectar-se" passa a ser uma brincadeira, um passatempo. Cortar, copiar, formatar colar, configurar, visualizar, plotar, apontar, blocar, são ações que perpassam pelo nosso dia-a-dia. Com um "atalho", pode-se "migrar" de um lado a outro do mundo, "maximizando" ou "minimizando" as informações. E, quando os "dados" forem muitos, pode-se "compactar" ou "zipar". Para se tornar um "embedded", um "enhanced" em informática, é relevante a intimidade com a "máquina", pois poderá ser acometido por um "vírus", um "bug" e ficará "desconectado" do mundo moderno.
Para não ser "deletado", "zappeado" da modernidade, faça um "backup", clic no "backspace" e tire a informática do "background". Clic em "alt" e se abrirá um "box". Vá até a "barra de ferramentas" e dê um "zoom" em si mesmo. Faça um "upgrade" e "resete" seu modus vivendi. "Undelete", "renderize". A informática chegou para ficar.
Coluna de Maria Luisa Cerqueira

A computação móvel chega para ficar com aplicações corporativas e pessoais

Um mundo sem fio. E ao mesmo tempo um mundo conectado em uma rede onipresente de computadores. Mark Weiser, um dos papas da computação móvel e um dos cientistas brilhantes da Xerox Parc, no seu artigo já clássico, "The Computer for the Twenty-First Century" ("O Computador para o Século Vinte e um")

Mark Weiser

vislumbra um novo horizonte para o computador pessoal e para a computação sem fio: "As máquinas que conhecemos hoje não conseguem fazer parte da vida das pessoas. Estamos tentando criar uma nova forma de pensar os computadores, uma forma que leve em conta o ambiente natural humano e que permita aos computadores ficarem ocultos por trás das coisas do nosso dia-a-dia".

Publicado em 1991, o artigo de Weiser prevê que os computadores pessoais desaparecerão do nosso olhar e passarão a fazer parte de todos os objetos, de forma integrada e onipresente (ubiquitous computing). Ele compara este fenômeno ao desaparecimento dos motores, que encolheram até passarem a fazer parte de pequenos objetos do dia a dia. Sem no entanto se tornarem visível aos olhos.

A "Ubiquitous Computing", termo cunhado pelo próprio Wiser, se refere a ambientes com objetos operados por computador e conectados em redes sem fio. Ou seja: mobilidade, comunicação e poder de processamento integrados em vários objetos com finalidades diferentes.

A Computação Móvel, um dos temas estudados pela "Ubiquitous Computing" nasceu com a própria Ciência da Computação. As primeiras e pesadas máquinas de processamento lógico, no entanto, estavam distantes de qualquer mobilidade, só alcançada inicialmente na década de 80, quando surgiram os notebooks e computadores pessoais portáteis.

Em meados dos século 21 assistimos a uma nova revolução: a dos Personal Digital Assistants (Assistentes Pessoais Digitais) ou dos Handheld Computers (Computadores de Mão), como são chamados os pequenos computadores pessoais que cabem na palma da mão. Os PDAs, fabricados por empresas como 3Com, HP, Compaq, Casio e Philips só neste final de século começam a fazer parte do cotidiano das pessoas. Segundo a Microsoft Research, o número de pessoas conectadas a redes sem fio irá ultrapassar a barreira de 1 bilhão por volta de 2004.

O crescimento da computação móvel enfrenta desafios. No campo dos desafios técnicos, um dos principais é a capacidade de armazenamento de energia - ainda pequena nos equipamentos disponíveis hoje. Outro desafio é a confiabilidade da utilização da computação sem fio em operações que requerem elevado grau de segurança. Como as informações são transmitidas pelo ar, através de ondas eletro-magnéticas, a confiabilidade é questionada.

No campo sociológico, os desafios passam por questões como a mudança de paradigmas . O livro eletrônico é um deles. Uma spinoff da Xerox, a Uppercase, está lançando um dos primeiros e-books do mercado. Através dele será possível baixar diretamente livros pela rede e lê-los confortavelmente no sofá da sala. O problema é que os fabricantes ainda não chegaram a um padrão de mercado e os computadores de mão que permitem a leitura dos livros eletrônicos custam em média 200 dólares. Eles também não sabem se os consumidores vão trocar o papel por uma tela de computador, por mais fina que seja.

Os pesquisadores da University of Washington, por exemplo, estão desenvolvendo uma tecnologia de rede capaz de permitir a qualquer computador móvel o reconhecimento e adaptação à ambientes externos, transmitindo para o usuário informações relativas ao ambiente. Ao chegar a uma nova cidade, um turista pode ter seu PDA automaticamente atualizado com o mapa e principais atrações turísticas daquela localidade.

Já na Universidade de Minas Gerais está sendo desenvolvido o primeiro protótipo de um servidor Web sem fio que vai permitir, entre outras coisas, a monitoração de pacientes à distância.

Organizações Sociais

Meio Ambiente: Fábrica de empregos?


RITS - REDE DE INFORMAÇÕES PARA O TERCEIRO SETOR - O aparecimento de um Terceiro Setor - não lucrativo e não governamental - redefine o Estado e o Mercado. Por outro lado, o Terceiro Setor também se vê confrontado ao desafio de qualificar e expandir suas ações de promoção de uma solidariedade eficiente. 

Retorne à Página: Portais Extras  //  Ubiquitous Computing  //  Desenvolvimento Sustentado

© Copyright 2003 - MEGA - Empreendimentos Imobiliários Ltda 

Cadastro

Fale Conosco

Página Inicial